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E dá pra falar em outra coisa que não seja “Bruna Surfistinha”?

21/07/2010

Nesta semana, a Deborah Secco divulgou no Twitter o link do primeiro teaser do filme da Bruna Surfistinha. Vou falar uma coisa… Eu achava que o filme seria uma coisa pra lá de piegas que conta a vida da menininha que saiu de casa e foi ser puta. Além disso também achava que só havia se falado no filme até agora por conta do barulho que se fez depois da coitada da atriz Karen Junqueira, posar para a capa da Rolling Stone como protagonista do filme, levar um belo de um puxão de tapete e ser substituída pela Deborah Secco aos 46’ do segundo tempo. Mas vou falar que, depois de assistir ao teaser, fiquei com muuuuuuita vontade de ver o filme. Ainda acho que vai ser uma putaria só, mas algo me diz que vai ser de bom gosto.

Essa aí é a Karen Junqueira, a "primeira" Bruna Surfistinha do cinema

Ah, o filme mudou de nome. Antes divulgado como Bruna Surfistinha – O Doce Veneno do Escorpião (mesmo nome do livro em que foi baseado), o nome agora é só Bruna Surfistinha, que vamos combinar dispensa explicações, né?!  E o teaser tem uma pegada forte pra caramba. Embalado pela música Alala, do “Cansei de Ser Sexy”, mostra Deborah Secco bem safadinha fazendo programa e com a tãããão famosa tatoo de escorpião da Bruna.

O filme tem estreia prevista para 25 de fevereiro de 2011. Ainda tá longe pra caramba! Mas quiseram começar a falar… fazer o quê? Vamos cozinhando o assunto até lá. Em pra quem (ainda) não viu o teaser, aí vai:

Para saber: o filme conta a história de Raquel Pacheco, uma jovem de classe social alta que fugiu da casa dos pais e começou a se prostituir. Raquel ficou famosa por contar suas experiências em um blog, sempre usando o apelido Bruna Surfistinha. O livro, em que o filme foi baseado, se chama “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro tem esse nome porque a Raquel Pacheco tem uma tatto de escorpião nas costas. E a Raquel Pacheco tem uma tatoo de escorpião nas costas porque ela nasceu no signo de escorpião. Há!

É isso aí!

Bjs,
Aline

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A Pixar é f@#$%

08/07/2010

No último final de semana assisti ‘Toy Story 3’ e preciso dividir com vocês o quanto é fofo esse filme. Fato que não é o melhor da série, mas gostei. Muito. Imaginem uma historinha linda de vários brinquedinhos que sempre foram apegados ao dono, mas esse dono vai para a faculdade e doa todos os brinquedos? Imaginem a insegurança dos coitadinhos??? A história é fofa demais…. Do começo ao fim.

Ainda que o enredo seja lindo, o que chama a atenção meeeesmo é a qualidade do trabalho da Pixar. Em se tratando de animação os caras são the best. Quem não se lembra de ‘Vida de Inseto’, “Montros S.A’, ‘Os Incríveis’ e ‘Procurando Nemo’? E o Oscar que os caras levaram com ‘Up – Altas Aventuras’ ? É fato, quando um filme de animação tem a assinatura da Pixar pode-se esperar gráficos muuuuito bem feitos, história muuuuito bem criada e roteiro muuuuito bem escrito. Nem se comparam aos da Universal Studios. De verdade.

E pra quem ficou curioso, deixo aqui um dos trailers de ‘Toy Story 3’. Ah! No cinema, podem dispensar o 3D, tpa?! Não faz taaaanta diferença assim neste filme.

Bjs

Been working so hard

30/06/2010

Quem curtiu a década de 80 como eu, com certeza assistiu Footloose – Ritmo Louco. O filme, que teve Kevin Bacon no papel do dançarino Ren McCormack, terá um remake. E com data marcada para estreia: 1º de abril de 2011. Acreditem, não é mentira.

A Paramount Pictures anunciou nesta quarta-feira (30/6) a data de estreia do remake. Dessa vez, o dançarino será vivido por Kenny Wormald (que nasceu em 1984, ano de lançamento da primeira versão do longa), Julianne Hough, de Harry Potter e a Pedra Filosofal, interpretará Ariel, a filha do pastor por quem Ren se apaixona, e Dennis Quaid será o Reverendo Moore, pai da garota.

O filme seria dirigido por Kenny Ortega, que dirigiu This is It, High School Musical e vários clipes da Madonna, mas desistiu. O posto foi ocupado pelo cineastra Craig Brewer.

E para matar a saudade de quem, assim como eu, curtiu os anos 80, Footloose!

Bjs,

Fui!

Sabem como é, viagem é feita de micos…

24/06/2010

Até porque se não for assim, que graça tem, né, não?! De que vale uma viagem se a gente não tiver histórias engraçadas pra contar depois. Pensando nisso, resolvi escrever meu post de hoje em cima de alguns dos micos que paguei em Buenos Aires, onde estive no último feriado. Talvez contando aqui não tenha a mesma graça, mas acreditem, as situações abaixo me arrancaram longos momentos de risada.

1) Nunca tire foto sobre a Puente De La Mujer, em Puerto Madero

De verdade, nunca façam isso. Puerto Madero é um dos bairros mais chiquetosos de Buenos Aires e a Puente De La Mujer (ou Ponte da Mulher) é um dos locais com a vista mais bacana que eu já vi na vida. Sem exagero. Só pra vocês saberem, a ponte tem esse nome porque foi inspirada em uma mulher dançando tango e fazendo aquela pose de desmaio, sabem? Pois bem. Fomos nós tirar lindas fotos na ponte… Só que, mesmo sem a gente perceber a ponte não fica totalmente parada. Ela treme o tempo todo. Um tremor tão pequeno que não dá pra perceber lá em cima, mas que treme, treme. E o resultado? De umas cinco fotos que tiramos lá em cima, esta aí de baixo é a melhor de todas. Linda não? Uma coisa assim, meio estrábica, meio maluca da cabeça, meio horrível mesmo. Podem falar!

Ai que ódiooooooooooooo!! Você viaja pra um lugar lindo, fica se achando lá em cima e quando volta vê isso?? Ok, não tenho fotos na Puente De La Mujer. Conformada.

Na Puente de la Mujer

2) Não pegue ônibus sem dinheiro (trocado)

Ok, ok, táxi em Buenos Aires é mais barato que banana, só que eu tenho uma mania meio besta de conhecer o transporte público em qualquer cidade do mundo que eu conheça. Eu tenho a impressão que essa é uma das melhores maneiras de conhecer o povo da cidade, a rotina, enfim… Fomos nós, eu e o marido, pegar o busão. Por total insistência minha, confesso. Entramos e logo de cara estava a catraca. Fomos pagar pro motorista e ouvimos: “torniquete! Torniquete!”. Ok, entendemos que era pra pagar direto na catraca e fomos inserir a nota na maquineta. Mas quem disse que aceitava? Não. A catraca só aceitava moedas. E vocês tinham moeda? Ah, que sorte porque nós não tínhamos NENHUMA!! Nada. O ônibus andando, o motorista-argentinho-super-educado olhando com aquela cara de ódio para os brasileños de uma figa e a gente lá: com aquela cara de “f@&%$, o que eu fazemos agora?” Eis que me aparece uma senhorinha, de uns 80 anos e levanta e fala assim: “Puedo pagar para usted”.

Quase dei um beijo na senhora de tanta gratidão e ela nem quis receber a quantidade em notas. Pagou e ficou por isso mesmo. Coisa mais linda. Meu coração desacelerou na hora. Ouvimos mais um palavrão do motorista e descemos no próximo ponto de tanta vergonha daquele momento-pedinte que tivemos. Aprendi a lição. E, de verdade, só peço que vcs realizem a imagem de dois idiotas, em uma cidade desconhecida, sem um puto pra pagar uma passagem de busão e ouvindo palavrão em espanhol. Triste…

No busão na Av. 9 de Julho

3) Aprendam algumas palavras da língua nativa antes de viajar.

Essa é a melhor de todas! Embora eu tenha ido para Orlando há três meses e ARREBENTADO meu cartão de crédito de tanto fazer compras lá, fui super empolgada para fazer mais comprinhas em Buenos Aires, de tanto que me falaram dos outlets de lá. O lance é que aqui no Brasil todo mundo sabe o que é um outlet, certo? Melhor. Todo mundo sabe o que um AUTILETI, como falamos aqui. E lá? Vocês acham mesmo que os portenhos sabem o que é um “autileti”? Pois bem. Não sabem. Ficamos (sem exagero), por DUAS HORAAAASSS circulando pela famosa avenida Santa Fé, perguntando pelas merdas dos “autiletis” e todos os argentinos faziam aquela cara de “ué”. Até que apareceu um brasileiro… e disse: “Vocês querem lojas de fábrica, né? É que aqui eles falam oooulês.”

OOOOULÊS!!!! Diz pra mim, quem nessa vida fala OOOOOULÊS????  Sim, ooooulês significa outlet. Posso com isso? Perdi duas horas de passeio, de compras ou de comida porque os raios dos porteños falam OOOOULÊS??? EU ME-RE-ÇO! No fim, estávamos na outra ponta da avenida (que tem mais de 10 mil números) e não compramos porcaria nenhuma.

A avenida dos ooooulês

4) E pra fechar, escolham um fotógrafo que tire foto SÓ de você e não das “Roberts” do Café Tortoni. =/

Espera para o show de tango do Café Tortoni

Bjs e bom jogo amanhã pra todo mundo!

Aline

Buenoooosssss!!

02/06/2010

Quando vocês estiverem lendo este post provavelmente já estarei em “Mi Buenos Aires Querido”. Sim, sim, meus amigos. Se é que vocês ainda não sabem, estou passando o feriado em terras porteñas, o que vai me inspirar muito para o post da semana que vem.

E, hoje, como não podia falar em outra coisa a não ser em Buenos Aires, resolvi lembrá-los sobre quem levou o último Oscar de filme estrangeiro. Lembram? Lembram? Certeza que não. Todo mundo sabe que Avatar perdeu para “Guerra ao Terror”, mas ninguém lembra que quem levou a estatueta de melhor estrangeiro fooooooooi…. o argentino “O Segredos dos Seus Olhos”.

Com Ricardo Darin (do sensacional “O Filho da Noiva”), o filme dirigido por Juan José Campanella alcançou um milhão de espectadores em menos de um mês após o lançamento na argentina, em agosto de 2009. É o filme nacional de maior e considerado o mais visto dos últimos 35 anos no país. Também pudera, a história te prende de uma maneira inacreditável.

Darin interpreta um ex-funcionário público que resolve escrever um livro quando se aposenta e o tema que escolhe é o caso criminal que mais marcou a carreira dele no Tribunal Penal de Buenos Aires. Tá ficando interessante, não?!

Para escrever, ele revê o homicídio que investigou em 1974 e começa a repensar algumas decisões tomadas por ele no passado. Li, em algum blog (que não me lembro qual), que o filme tem uma “argentinilidade” exagerada, mas também pudera, o crime em questão se passa na época do governo de Isabel Perón e das ações constantes da “Triple A” (Aliança Anticomunista Argentina), um grupo de repressão do Estado que recrutou oficiais de polícia exonerados por delitos, civis com fichas criminais e matadores de aluguel. Ou seja, num momento político “X” do país.

Baseada no livro La pregunta de sus ojos (A pergunta dos seus olhos), de Eduardo Sacheri, a produção teve como locações o edifício central dos tribunais e as cafeterias da capital argentina. Lugares em que devo estar tirando lindas fotos neste exato momento. Eu espero…

E, de coração, espero mesmo que vocês tenham gostado do meu texto de hoje e que tenham se interessado pelo filme. Para quem não viiu o trailler, tá aí. Fica minha dica para o feriadão. =)

Bjs e hasta luego!!

Obrigado por fumar!

27/05/2010

Minha vida anda uma loucura. Não consigo mais ir à academia, não consigo ir ao cinema, não consigo brincar com a Dalila e mal consigo conversar com o marido. É trabalhar e estudar… Mais trabalhar do que estudar, claro, mas essas são as duas coisas que mais tenho feito: trabalhar e estudar… Prova disso é o atraso que cometi ao postar este texto aqui. Só agora.

Esse dois verbos (trabalhar e estudar) pra mim significam quase a mesma coisa. Já que estudo e trabalho com comunicação digital. Sabe essa onda de web, blogs, Twitter, Facebook, Foursquare, Formspring, Digg, bla, bla, bla, bla, que todo mundo fala por aí? Pois bem. Vivo disso. De segunda a segunda. E eu, jornalista que sou, sempre tive o maior preconceito do mundo com os relações públicas da vida, mas depois que conheci o RP 2.0, percebi que até que fazer isso não é tão ruim assim. E, melhor, a gente acaba tomando gosto pela coisa e não se importa em virar uma noite buscando comunidades do Orkut importantes para um cliente. Sério. Eu me divirto até, em alguns momentos. Só que mesmo assim é cansativo porque, afinal, as redes sociais não param um minuto sequer. O tal trabalho do relações públicas 2.0 é uma versão beeeem copiada do cara que faz o mesmo trabalho no mundo offline. Por isso, enquanto não fazem um filme que explique claramente o que faz o profissional de comunicação digital, deixo aqui uma dica de filme que vai deixar bem claro o que faz um profissional de comunicação: “Obrigado por fumar.”

Sim, este é o nome do filme. Muitos de vocês já devem ter visto, mas quem não viu, vale muito à pena. Caso vocês tenham algum interesse em saber como uma pessoa é capaz de “manipular a mente humana” só com o poder da palavra, vale alugar. E isso não é discurso de pastor evangélico, não. É a realidade do que um relações públicas pode fazer. Acredite, em algum momento da sua vida, você já foi convencido por algum deles. No caso da indústria de tabaco, muitos foram. Vejam no filme como.

Bjs, bom filme e bom fim de semana.

Piu bella Venezia…

19/05/2010

Qual foi o assunto da semana (tirando o São Paulo, que só me dá alegrias, claro)? A estreia no Canal Viva, que aconteceu no dia 18!! É mais um canal da Globosat, que só está disponível para quem tem tevê a cabo da NET, SKY e Via Embratel. A pegada do canal é repetir séries, filmes, programas antigos, como Malhação (começaram com a temporada de 1999) e Sai de Baixo (sensacional!!), e novelas como Laços de Família, O Dono do Mundo, Quatro por Quatro, Terra Nostra eeeee…… Por Amor, a novela mais linda de TO-DOS-OS-TEM-POS!!

Cena da novela "Por Amor", em Veneza

Fiquei muuuito feliz com a reprise da novela e bem triste por causa do horário: 16h30. É mole?? Como me colocam uma novela sensacional como essa que só as aposentadas podem assistir??? Ninguém merece! Mas enfim… O jeito é ficar aqui com as lembranças da novela… que teve as primeiras imagens onde? Onde? Onde? Veneza! Liiiinda Veneza! Piu bella Venezia!!

Eu em Veneza, com camiseta igual à dos gondoleiros

Lembrando das cenas da Regina e Gabriela Duarte pelos canais da cidade, meu pensamento foi indo longe, longe… E lembrei dos dias maravilhosos que passei lá. Do mico que paguei em colocar uma camiseta igual à dos gondoleiros de Veneza (sem querer, juro), do enjôo que senti no vaporetto… e de como é bom assistir filmes gravados em lugares tão especiais que a gente já visitou. Por isso, fiz aqui uma seleção de longas que já assisti e que indico pra vocês. Todos são filmes de catálogo, bem baratinhos para locação e que, se vocês ainda não assistiram, vale à pena, principalmente pelas imagens de uma cidade que é assim… um sonho. Vamos lá!

Jeremy Irons em "O Mercador de Veneza"

O MERCADOR DE VENEZA
Uma adaptação do clássico de William Shakespeare, que acontece na Veneza do século XVI. Filme ótimo, com Joseph Fiennes, como Bassanio, Jeremy Irons, como o amigo Antonio, e Al Pacino, como o agiota Shylock. Pra quem não conhece a história, Antonio vai pedir dinheiro a Shylock pra que seu amigo Bassanio viaje e peça a mão de sua amada em casamento. Em troca, caso a dívida não seja paga, Antonio oferece um pedaço da carne de seu corpo como pagamento. O empréstimo acaba mudando a vida de todo mundo ligado a Bassanio. A história é forte. No mínimo forte.

Cena gravada dentro de um hotel de Veneza

RECÉM-CASADOS
É uma comedinha romântica meio bobinha até, mas que vale à pena assistir.
1) pelas imagens de Veneza. 2) pelas imagens do Ashton Kutcher. Hehehe! É o filme do casal interpretado pelo marido-tudo-de-bom-da-Demi-Moore e pela loirinha Brittany Murphy (que faleceu há pouco tempo de parada cardíaca). O filme, beeem água com açúcar, aponta como a intromissão da família e a diferença cultural pode interferir num casamento.

Daniel Craig nas gravações em Veneza

007 CASSINO ROYALLE
É o MELHOR DE TODOS, na minha opinião. Filme de 2006, com Daniel Craig (um espetáculo de homem), como James Bond. O filme foi gravado em várias cidades, mas as imagens de Veneza são as mais impressionantes de longe! Passando umas férias super românticas em Veneza, beeem no fim do filme, Bond descobre que a grana que seria sua, não havia sido depositada. A partir daí, o cara enlouquece e atira nos dispositivos de flutuação que sustentam a estrutura de um edifício e começa uma queda leeeenta do prédio, bem no grande canal da cidade. Depois, a parceirinha dele se tranca num elevador e mergulha nas águas venezianas. As imagens são sensacionais. Sem exagero. Quem (ainda) não assistiu, corre pra alugar.

Romolo Valli em "Morte em Veneza"

MORTE EM VENEZA
Filme beeeem antigo, de 1971, que assisti nos tempos da faculdade ainda. No começo do século XX, um compositor austríaco, que vai para Veneza buscando repouso após um período de estresse artístico e pessoal, não encontra a paz desejada. Assim que o cara chega em Veneza, se envolve com um cara muuuito mais jovem que ele, que está em férias com a família. Vale à pena porque é um clássico. E clássicos merecem ser assistidos. Nem sempre agradam todo mundo.

Se não tiverem programinha pro fim de semana, já tem algumas dicas! Espero que curtam!!

Bjs e bom fim de semana pra todo mundo.
Aline

Diga Sim… Sim, Senhor!

12/05/2010

Ambiente de trabalho é assim, tem gente legal, tem gente chata e tem o Fillipe Moraes. Uma das criaturas mais adoráveis e mais chatas do planeta inteiro!! E eu gosto tanto desse mala-sem-alça que resolvi escrever o post por cauda dele. Mesmo que indiretamente.

Imaginem uma pessoa que fala não pra tudo. Tudo! Então, esse é o Fillipe. E, hoje, discutindo com ele sobre essa mania de “não”, indiquei um filme: “Sim, Senhor”, com o Jim Carrey. O filme já é meio antiguinho, de2008, mas eu assisti há pouco tempo. Baseado na autobiografia do escritor britânico Danny Wallace, sobre como respostas afirmativas mudaram a sua vida, o filme mostra cara que só falava não. Não, não, não e não. Pra tudo. Um saco de pessoa, mas que, após conhecer o seminário do “guru do sim”, Terrence Bundley (interpretado por Terence Stamp), tem a vida completamente transformada. O lance é que o tal do guru fala que é preciso dizer “sim”pra tudo na vida. Tudo. E que, quando a pessoa fala “não” pra alguma coisa, pode esperar porque vem desgraça por aí.

Eu, como vcs bem sabem, nem curto muito o Carrey. Acho esteriotipado, exagerado demais, só que este filme me chamou atenção não pelas caras e bocas tão características dele, mas justamente pela importância em falar “sim” na vida. Sim pra tudo. Sim pra deixar a vida te levar. Sim para o que é novo. Sim para viagens, novas aquisições, trabalho, restaurantes, sabores, vocabulário, novas línguas, novos amigos, novos amores… Tudo!!

Pra vcs terem uma ideia, no filme, uma vizinha que deve ter lá seus 80 e poucos anos (uma velinha de cabelo tooooodo branquinho) era completamente apaixonada pelo personagem de Carrey, que (óbvio) nunca dava uma chance pra tiazinha. Quando ele, com a nova filosofia do “sim” resolve encarar a velhinha, não só vai pra cama, como descobre que a senhorinha tem a melhor… hum… ahãm, ahãm…. é….. como posso dizer….. a velhinha tem o melhor sexo oral que ele já teve na VIDAAAA!! E ele jamais teria descoberto se não dissesse sim.

Enfim… O filme é hilário, bem engraçado mesmo, mas também faz a gente parar pra pensar. Chega de dizer não. É hora do sim. É hora de encarar. É hora de SE JOGAR!

E por hoje é isso. Fiquem aí com o trailer de “Sim, Senhor”.
Bj. Fui!

Teatro em casa?? É sério!

06/05/2010

Hoje vou falar aqui de uma iniciatiava que achei muito legal, o Cennarium! Vocês imaginam teatro dentro de casa? Sim, é isso mesmo. E não se preocupem que a sala de estar de vocês não vai ser invadida por atores, baias e figurinos, não. É teatro pela internet!!

Fala sério, não é demais?? Tem um monte de gente falando mal, falando que não é a mesma coisa, mas pera lá. Essa é chance que muitas pessoas que não têm grana pra investir em teatro têm de ter contato com uma peça teatral. Pra vcs terem uma ideia, os ingressos do musical Cats, variam entre R$80 e R$220. Uma peça, nota seis, como a “Adorei o que você fez”, tem ingressos entre R$80 e R$100. E um simples stand up comedy, com o apresentador Marco Luque, chega a custa 50 malandros!!! Um absurdo! Eu, pelo menos, acho. E olha que nem ganho apenas um salário mínimo.

O lance do Cennarium é bem diferente. Claro que não é de graça porque senão a iniciativa não iria se sustentar, mas custa beem mais barato. Funciona assim: cada peça é gravada com tecnologia para ser transmitida via internet (a qualidade é sensacional). Aí, o internauta faz o cadastro no site da Cennarium e compra os créditos. Uma peça infantil, como “O Casamento de Dona Baratinha” custa 15 créditos. Um crédito equivale a um real. O pagamento pode ser feito via cartão de crédito, débito ou boleto e ainda pode ser parcelado se a coisa estiver feia. Ah, claro, não tem só espetáculos infantis não. Tem comédias, dramas e, em breve, musicais e stand ups também. Eu achei animal!!

Cena do espetáculo "O casamento de dona Baratinha"

Uma dica: quem tiver cabo, pode conectar o computador na TV e assistir à peça no LCD. É possível assistir a espetáculos a qualquer hora, em qualquer lugar, e o mais legal: de pijama, debaixo da coberta, sem pegar trânsito ou pagar estacionamento. Hehehehehe!!

Todos os espetáculos ficam gravados e armazenados em uma biblioteca virtual, no site. Assim, as encenações podem ser assistidas várias vezes e a qualquer momento, mesmo que já tenham saído de cartaz. Repito: é uma iniciativa animal. Fica a dica!

Por hoje é isso. Aproveitem a dica já no final de semana.

Bjo. Fui.